quarta-feira, 23 de maio de 2012

O fantasma da horta

Quem é que viu o Fantasma da Ópera? E não era nenhum fantasma, certo?!! Pois, eu acabei de descobrir algo, no mínimo bizarro, sobre uma única horta do nosso espaço. Alguém sabe onde fica o lote 20? E já repararam que não está cultivado? Para já vou ajudar a identificar o espaço com uma foto, mas previno que vem aí uma revelação assustadora.

Lote 20
Isto é uma foto diurna do lote 20 em que ninguém vê o que realmente se passa. Parece um autentico baldio. Mas a verdadeira revelação deste terreno é durante a noite. Pedi ajuda a uns amigos, porque passei à noite pelas hortas para afugentar os coelhos e quando passei por este lote ouvi uma voz a dizer : "Seu animal! Não me pises as alfaces que há 135 anos que não faço uma saladinha.". Depois de ouvir isto e não conseguir ver nada, ouvi novamente a voz: "Então? Não sabes o que é uma alface? Tira daí as patas imediatamente, senão temos porras.". Nesta altura não quis saber de mais nada e pensei: "Que se lixem os coelhos. Não fico nem mais um minuto.". E ala que é da moita. Quando cheguei a casa falei disto à minha mulher e ela deu-me a ideia de falar com um grupo especializado de fenómenos paranormais. Fui novamente mostrar-lhes o sítio e eles tiraram esta foto através de infravermelhos.

Horta do outro mundo
As duas bolas que vem, de acordo com a entrevista dada, pois eles conseguiram falar com as vozes, são um casal de fantasmas que há muitos anos faleceram a tentar desenterrar um eucalipto durante as suas 90 primaveras. Na altura, não tinham enxadas, nem serras, nem outros utensílios agrícolas e quando se agacharam para cortar um bocado da raiz, tiveram uma distensão lombar nas costas e ficaram de cócoras. No meio do eucaliptal, de cócoras, todos pensaram que era outra coisa e por respeito não se aproximaram. Depois disto pensei, mais vale ter um terreno com produtos agrícolas biológicos espirituais, que não se veja durante o dia, do que ter um vizinho em carne e osso que não valha um caracol. Olha... deixos estar que estes não incomodam ninguém.

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